Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Além das questões religiosas, o atual momento político fará parte das discussões. O destaque é o papel do cristão leigo na Igreja e na sociedade. (Foto: Marcelo Luiz Zapelini/Agência CNBB Sul 4)

Na terceira entrevista coletiva da Assembleia Geral da CNBB, dia 8, o bispo de Osasco, dom Frei João Bosco Barbosa de Sousa, elogiou a linguagem simples e ao mesmo tempo densa da exortação apostólica “Amoris laetitia”, sobre o Amor na Família, publicada pelo papa Francisco.  O texto é fruto das reflexões da Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família, realizada em outubro de 2015.

Dom Bosco informou que o texto não trás mudanças doutrinárias e convida para levar a misericórdia até o seu limite. “A grande novidade é o tom da misericórdia, o tom da acolhida. A palavra que ele mais repete no texto é misericórdia”.

De acordo com o bispo, o texto ressalta o papel maternal da Igreja, que” não exclui ninguém, que não machuca, mas que cura as feridas”.

Longe de apoiar um “amor meia boca”, a Igreja mantém a defesa do amor alegre e ao mesmo tempo responsável.

A Comissão Episcopal para a Vida e a Família, através da Pastoral Familiar, irá trabalhar com a nova mensagem do papa Francisco através de suas publicações, como a Revista Vida e Família e o subsídio anual Hora da Família. Dom Bosco sugeriu que este impresso, com reflexões sobre a misericórdia e a família, seja distribuído em escolas, sindicatos e outros ambientes.

Além disso, ressaltou que a Pastoral Familiar deve se fortalecer para atingir todas as pessoas, tornando-se um eixo transversal da ação pastoral da Igreja, na recomendação do papa Bento XVI, quando esteve em Aparecida.