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A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou mensagens dirigidas às pessoas da Vida Consagrada, por ocasião do Ano da Vida Consagrada e aos diáconos permanentes que comemoram os 50 anos da restauração do diaconato permanente. Os bispos também se dirigiram aos cristãos perseguidos e ao povo armênio, por ocasião do centenário do genocídio que ceifou a vida de 1,5 milhão de cristãos, canonizados simbolicamente pelo líder da Igreja Armênia.

Os bispos do Brasil recordam o centenário do genocídio que matou 1,5 milhão de cristãos armênios. “Reafirmamos o que declarou o Concílio Vaticano II: ‘para que se estabeleçam e consolidem as relações pacíficas e a concórdia no gênero humano, é necessário que, em toda a parte, a liberdade religiosa tenha uma eficaz tutela jurídica e que se respeitem os supremos deveres e direitos das pessoas de praticarem livremente a religião na sociedade'”, disseram no texto.

Vida consagrada e diaconato

Às pessoas de vida consagrada, os bispos manifestaram seu apreço e garantiram que continuarão a “a incentivar e a promover a Vida Consagrada. Nosso sincero desejo é que o testemunho de comunhão e colaboração da Vida Consagrada em nossas Igrejas particulares faça desabrochar uma nova primavera vocacional, coroada de abundantes frutos”.

A nota da CNBB aos diáconos recordou que a restauração do diaconato permanente, ocorreu durante o Concílio Ecumênico Vaticano II. Hoje 3,4 mil diáconos permanentes do Brasil, atuam em 160 dioceses.

“Enche-nos, portanto, de entusiasmo ver o testemunho de tantos Diáconos que, como ícones de Cristo-Servidor, é um dos abençoados frutos da renovação do Concílio Vaticano II, em especial quando são presença solidária e de esperança em lugares e circunstâncias em que a vida grita por solidariedade e amor”, afirmaram os bispos em sua nota.