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O Grito dos Excluídos 2022 teve como tema: “Vida em primeiro lugar. 200 anos de (In)dependência para quem?” O objetivo é indagar, dentro do período de comemorações do Bicentenário do Brasil, se o Brasil realmente se tornou independente ou continua um Brasil dependente. O Grito dos Excluídos surgiu nos anos 1990 a partir de uma campanha da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e é mantido desde então pela CNBB e por movimentos sociais. Nas dioceses do Regional Sul 4 aconteceu atos isolados do grito dos excluídos.

Ecos do Grito

Diocese de Joinville: a celebração do Grito dos Excluídos, no dia 7 de setembro, foi marcada pela realização de uma roda de conversa e celebração da Palavra. Além da motivação do tema central da 28ª edição do Grito dos Excluídos, “200 anos de (in)dependência para quem?” o debate entre os participantes questionou qual país se quer construir. O encontro aconteceu na Comunidade Santa Dulce dos Pobres, no bairro Itinga, da Paróquia Nossa Senhora de Belém.

Diocese de Lages: o 28º Grito dos Excluídos foi motivado por várias atividades diocesanas e paroquiais. No dia 2, ocorreu uma Live sobre o tema “Vida em Primeiro Lugar” e lema “Brasil, 200 anos de (in)dependência. Para quem?”, com a assessoria de Jardel Neves Lopes, da coordenação nacional do Grito dos Excluídos. No dia 7, foi celebrada uma missa na Catedral, presidida pelo bispo, Dom Guilherme, onde foi ressaltada a importância da celebração do Grito dos Excluídos na semana da pátria, sempre com o tema “Vida em primeiro lugar”.

Dom Guilherme também gravou um vídeo com uma mensagem sobre o Grito. “É uma luta que deve ser assumida por todos, clamar a Deus pela vida.  “Temos que lembrar que no Êxodo, Deus fala a Moisés: ‘O lamento do seu povo chegou até mim, e eu desci para libertar’”.  Esse vídeo foi postado e compartilhado nas redes sociais da diocese e enviado às paróquias para exibição nas missas dos domingos que antecedem e sucedem o dia 7, ou seja, nos dias 4 e 10 de setembro.

Além disso, foram preparados vídeos e podcasts curtos sobre a temática, com a história, os objetivos e eixos do Grito, que estão sendo postados e compartilhados nas redes sociais da diocese durante o mês de setembro. Os podcasts estão sendo encaminhados às rádios comunitárias. As comunidades, pastorais e paróquias estão organizando celebrações e rodas de conversa em torno do tema.

Arquidiocese de Florianópolis: no dia 7 de setembro o Grito dos Excluídos foi realizado na Igreja Nossa Senhora do Monte Serrat, no Maciço do Morro da Cruz, na qual, fizeram memória daqueles que gritam cotidianamente por justiça social e paz. A comunidade acolheu e celebrou junto com as Comunidades Eclesiais de Base – CEBS, da Arquidiocese de Florianópolis. Também, estavam presentes membros da Igreja Episcopal Anglicana, militantes políticos e membros da Associação Juízes pela Democracia.

Diocese de Chapecó: em São Miguel do Oeste, foram feitas rodas de conversar em várias paróquias, com um apelo nas celebrações do final de semana.

Diocese de Tubarão: o grito foi divulgado pelos meios de comunicação: TV, rádio e redes sociais. A equipe das pastorais sociais promoveu encontros formativos em preparação para o evento, além de rodas de conversar em várias paróquias, com um apelo nas celebrações do final de semana. No dia 7 aconteceu a manifestação na avenida central.

 

Por CNBB Sul 4 - Contribuições da ASCOM das dioceses do Regional Sul 4