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Por intermédio dos padres José Eduardo Bittencourt e Auricélio Costa, dom Pedro Zilli e Dom José Lampra estiveram em Tubarão, dia 13 de agosto, e tiveram encontro com os padres. Antes de Tubarão, e desde a participação na Jornada Mundial da Juventude, já visitaram várias outras dioceses do Brasil. “Há grandes debilidades na Guiné-Bissau, mas nós as transformamos em desafios pastorais” afirmou Dom José Lampra.

A Guiné-Bissau é um país da costa ocidental de África, com aproximadamente 1.500.000 habitantes. Foi uma colônia de Portugal desde o século XV até proclamar sua independência, em 24 de Setembro de 1973. A transição da Guiné-Bissau para a democracia continua, no entanto, dificultada pela instabilidade política e, consequentemente, por uma economia desigual e por falta de compromisso do governo com a saúde, educação e o bem estar da população.

Aproximadamente metade da população pratica crenças tradicionais africanas, 40% o islamismo e 10% são cristãos. Quase 50% da população não é alfabetizada.

As paróquias, além do que lhes é específico, ou seja cuidar da evangelização, também precisam se ocupar com a fome das pessoas, com a saúde e com a educação, disseram os bispos.

O maior problema é que faltam recursos materiais e missionários. Nas escolas administradas pelas paróquias de “auto-gestão” cada aluno custa 200 reais por ano, mas nem isso muitos conseguem pagar. “Viemos a Tubarão, fazer um pedido: que Tubarão assuma uma paróquia na Guiné Bissau por um período de cinco anos”, disseram os bispos. A proposta foi acolhida para ser levada a Dom João Francisco e ao Conselho de Presbíteros.