Círculo Restaurativo é ferramenta para que agressor e vítima encontrem paz e perdão

Estes círculos também podem ser utilizados em ambientes não judicializados para ajudar na resolução de conflitos, como escolas e ambiente de trabalho. Até mesmo noivos podem beneficiar-se.

Nesta entrevista, Luíza Scardua, coordenadora do Núcleo de Práticas de Justiça Restaurativa do CDHEP em Cascavel, PR e irmã Imelda Maria Jacoby, da Congregação das irmãs de Notre Dame, de Passo Fundo, RS, explicam o funcionamento e objetivos dos círculos restaurativos. Eles visam a superação do ciclo de violência, a compreensão pessoal do agressor e da vítima, a paz e o perdão.

Como revelou a irmã Imelda, a maioria dos presos que participam deste círculos manifestam desejo de encontrar-se com suas vítimas para reparar o que fizeram. Enquanto, a experiência no Paraná, mostra que nas escolas e ambientes judicializados, em parceria com a justiça, adolescentes também ganham um novo olhar sobre si mesmos e os conflitos interpessoais e com a lei diminuem.

Locução: Edison Ferrera

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