Em Ponte Serrada, dioceses de Joaçaba e Chapecó fazem transição de Símbolos

Chapecó é a última diocese no roteiro que iniciou em 01 de janeiro e termina dia 31

 

Bispo e responsáveis pela peregrinação da Cruz em Joaçaba posam para última foto com Símbolos da JMJ (Foto: Marcelo Luiz Zapelini/CNBB Sul 4)

Bispo e responsáveis pela peregrinação da Cruz em Joaçaba posam para última foto com Símbolos da JMJ (Foto: Marcelo Luiz Zapelini/CNBB Sul 4)

A Peregrinação dos Ícones de Nossa Senhora e da Beata Albertina, acompanhadas da Cruz Peregrina, terminou na Diocese de Joaçaba em Ponte Serrada, 28 de janeiro. Uma celebração no Morro das Cruzes transferiu os símbolos para Diocese de Chapecó, a décima e última a recebê-los em Santa Catarina.

Na celebração, Dom Mário Marquez lembrou o histórico da peregrinação pela diocese, que teve início em Monte Carlo três dias antes. Para ele, “o momento foi importante e significativo” que deve se repetir em Chapecó. O bispo também citou que a Cruz serve de ponte. Na vertical, liga os homens a Deus e na horizontal liga os homens entre si.

Mais cedo, os Símbolos da JMJ partiram de Água Doce, onde vigílias aconteceram durante toda a noite. O casal Zanata participou da vigília para estar com a Cruz criada por João Paulo II, em 1983, de quem trouxeram dois quadros, que serão dadas a um casal de amigos que, como eles, perderam uma filha e outra será mantida na comunidade em que moram, no interior do município.

– Essa oportunidade [da Cruz Peregrina] não pode ter vindo por nada. E valeu muito a pena mesmo – disse.

Quando a filha de dois anos faleceu pouco antes da morte do, hoje, beato, eles procuraram conforto e pediram a oportunidade de ter mais velhos. Hoje, eles têm duas filhas.

Ainda durante a madrugada, o grupo de jovens “Arte de Viver”, apresentou uma dramatização em que uma jovem é induzida por colegas a consumir as coisas do mundo, enquanto Jesus tenta salva-la das drogas e das más companhias.

A apresentação semelhante foi apresentada por jovens em Luzerna, durante a tarde. Também em Luzerna, a escadaria da Igreja ficou lotada pelos fiéis que posaram para uma fotografia coletiva com os símbolos, para “recordação do momento histórico” como disse o pároco. Outro teatro foi apresentado por jovens da Pastoral da Juventude da paróquia da catedral. Os jovens mostraram como podem apoiar as pessoas a melhorarem de vida, entre eles uma prostituta grávida, um mendigo e um viciado em Crack.

A permanência da Cruz em Joaçaba ainda teve uma caminhada de 3,5 quilômetros, entre a Catedral e a Igreja Matriz São José Operário, onde aconteceu uma missa. Uma carreata seguiu até à paróquia Bom Jesus, em Herval do Oeste.  O padre Davi Lenor, defendeu na homilia que os jovens precisam de formação para completar a “inspiração que Deus dá”. Entre as recomendações, ele sugeriu o curso de pós-graduação em Juventude, Cidadania e Religião oferecida pelo Instituto Teológico de Santa Catarina, em Florianópolis.

A Cruz Peregrina e os Ícones de Nossa Senhora e da Beata Albertina permanecem em Santa Catarina até o dia 31, na Diocese de Chapecó, quando serão enviados para o Regional Sul 2 da CNBB, no Paraná. A despedida acontece depois de um mês depois da chegada, em Lages.

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