Dom Clasen diz que espera que jovens participem mais da Igreja

Dia 24 de Janeiro a Diocese de Caçador enviou os Símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) para a Diocese de Joaçaba,

Dia 24 de Janeiro a Diocese de Caçador enviou os Símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) para a Diocese de Joaçaba, que foi a Fraiburgo recebê-los. A Igreja estava cheia na despedida.

Dom Clasen, na homilia, analisou que o sistema econômico impõe uma ditadura do imediatismo, em que “não existe nem passado e nem futuro”.  Os adultos se infantilizaram e não quere mais envelhecer, mantendo o “lado exterior agradável”.  O que é o contrário da Cruz, que lembra a necessidade da humildade e simplicidade, por isso quer renovação.

–  Eu quero ver um divisor de águas no trabalho com a juventude. O antes e o depois da peregrinação – disse.

Segundo ele, a Cruz encaminha para a verdade. Ela também não se esgota a Cruz também não em um único grupo na Igreja.

– O jovem tem que gritar mesmo, mas tem que ser um grito organizado, como a Igreja quer: um grito de unidade – explicou.

Já no momento do envio, quando os documentos de transição já haviam sido assinados, Dom Clasen lembrou momentos que considerou marcantes que “apenas a Cruz pôde fazer”, um deles, foi uma visita ao presídio que comoveu aos visitantes e presos. Ele também defendeu que cada um “se ponha no seu lugar”, bem busca da sua vocação e sonhos.

– Daqui para frente, vamos aprender com a Cruz (peregrina), não se deixar nos acomodar, mas atuar e criar coisas novas – disse.

Antes disso, durante o dia, a Cruz peregrinou pelos últimos locais como a Igreja Matriz rumo a base dos bomeiros em Videira e um hospital da cidade.

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