Rio do Sul despede-se de Símbolos com 26 paróquias visitadas

A estimativa é que aproximadamente 15 pessoas tocaram a Cruz Peregrina nos três dias de peregrinação

Dom Agostinho emocionou-se ao presidir celebração de envio dos Símbolos da JMJ (Foto: Marcelo Luiz Zapelini/CNBB Sul 4)

Envio dos Símbolos da Jornada Mundial da Juventude da Diocese de Rio do Sul para Caçador aconteceram em Mirim Doce, na manhã do dia 22 de janeiro. O bispo anfitrião, Dom Agostinho Petry, presidiu a celebração que fez memória dos três dias de peregrinação na diocese e homenageou pessoal envolvido no trabalho. Foram cerca de 26 paróquias visitadas em mais de 700 quilômetros percorridos. A estimativa é que aproximadamente 15 pessoas tocaram a Cruz Peregrina nos três dias de peregrinação.

Dom Agostinho advertiu o bispo de Caçador, Dom Severino de que “a passagem da Cruz será bem diferente do que ele imagina, e muito melhor do que ele espera”. Para justificar a previsão, dom Agostinho lembrou momentos marcantes para si.

Um deles foram os atrasos no cumprimento da agenda de visitas e a dedicação dos responsáveis pela peregrinação. Ele viu que tudo resultou em um fato histórico inesquecível pela diocese. Emocionado, ele revelou que estava usando um lenço extra.

Como já o fizera em outras vezes, agradeceu os envolvidos na coordenação e operacionalização da peregrinação. Desta vez, a homenagem viu acompanhada de lembranças que foram entregues. Ele destacou que Uiliam Dalpiaz, coordenador da Pastoral Juvenil em Santa Catarina, é um exemplo para os jovens, pela disponibilidade em coordenar e acompanhar a Cruz da Jornada Mundial pelo Estado.

Dom Agostinho elogiou o motorista do caminhão que transporta os símbolos pelas dioceses catarinenses. Contou que Paulo raramente consegue ver a mulher e o filho, que lhe deram a “benção” para seguir o trabalho.

Ele também destacou o coordenador do Setor Juventude, Fabian Granetto, considerado fundamental. Segundo o bispo, ele, que é casado, recebeu o apoio da família para a função que tomou quase todo o seu do seu tempo.

Legalmente, Granetto foi o responsável pela segurança da Cruz Peregrina e os Ícones de Nossa Senhora e da Beata Albertina até que o Padre João Cláudia Casara, de Caçador assinasse os termos de responsabilidade.

O bispo citou ainda mais de uma dezena de pessoas entre seminaristas, freiras, irmãos e leigos que contribuíram com o serviço. O que, para ele, representam “a alma da peregrinação em Rio do Sul”.

Dom Agostinho também o sucesso o sucesso da peregrinação ao padroeiro da diocese, São João Batista. A imagem do santo esteve presente em todas as celebrações.

Depois da assinatura dos documentos pelos responsáveis, Dom Severino Clasen, bispo de Caçador, declarou que ficou admirado com o efeito da peregrinação em Rio do Sul, o que ele espera que se repita dali a três dias, quando dos símbolos saem da diocese.

Simbolicamente, alguns os jovens de Mirim Doce foram encarregados de entregar a cruz aos jovens de Caçador, por volta do meio dia.

A Cruz Peregrina tem 3,8 metros. Após a Semana Santa de 1.983, o Papa João Paulo II deu-a aos jovens do Centro Juvenil Internacional São Lourenço, em Roma. Desde então, tem sido levada para as Jornadas Mundiais, em várias partes do mundo. Desde 2003, por iniciativa do Papa João Paulo II, ela está sendo acompanhada pelo ícone de Maria (Quadro de Nossa Senhora). Em Santa Catarina foi adicionado o quadro da Beata Albertina, que foi assassinada aos doze anos depois de uma tentativa de estupro pelo empregado de seu pai. Depois de caçador, os símbolos seguem para Joaçaba e Caçador.

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