Caçador recebe símbolos da JMJ e faz roteiro pelo norte

Símbolos foram entregues pela Diocese de Rio do Sul em Mirim Doce por volta do meio dia

A Diocese de Caçador recebeu os Símbolos da Jornada Mundial da Juventude em Mirim Doce, Diocese de Rio do Sul no dia 22 de janeiro. Fábian Granetto, responsável legal pela Cruz Peregrina e pelo Ícone de Nossa senhora, de propriedade do Estado do Vaticano, entregou as credenciais ao Padre João Cláudio Casara depois de missa de Envio presidida pelo bispo anfitrião Dom Agostinho Petry e concelebrada por Dom Severino Clasen, bispo de Caçador. O ato encerrou por volta do meio dia.

Santa Cecília foi a primeira paróquia da diocese a ser visitada pelos Símbolos, que foram escoltados por cavalos montados por membros do CTG local desde o acesso principal da cidade até a paróquia. Fiéis que esperavam a chegada dos símbolos acompanharam a pé. Cerca de 600 pessoas, que também vieram de Lebon Régis e Timbó Grande, acompanharam a celebração de pouco mais de meia hora em frente da paróquia.

Monte Castelo veio a seguir, já no final da tarde. Novamente o CTG local fez a escolta até a Praça dos Expedicionários. Depois do ato penitencial, que estava sendo realizado quando os símbolos chegaram, Dom Severino disse que é possível evoluir.

– Podemos ser pessoas melhores, nos diz a Cruz – garantiu.

Ele também sugeriu que as pessoas aproveitassem o momento para tocar na Cruz Peregrina e fazer sua oração pessoal, porque nunca mais haverá outra oportunidade com esta cruz tocada pelos dois últimos papas.

Dois jovens que participaram da Jornada Mundial da Juventude deram seu testemunho e garantiram que a experiência é inesquecível e, considerando que este ano acontece no Brasil, ela é imperdível.

Uma carreata desde o Pórtico da cidade de Papanduva antecedeu uma missa, às 20h, com uma procissão luminosa iniciada em frente ao hospital da cidade em direção a Igreja Matriz São Sebastião, distante cerca de um quilômetro.

Dom Severino, lembrou a emoção de Dom Agostinho ao a Cruz Peregrina em Mirim Doce e fez um nexo entre o símbolo e o evangelho do dia.

– Vivemos um mundo em que a obediência está fora de moda e a cruz vem dizer que isso está errado. Quem manda é Deus – sentenciou.

Antes disso, dois falsos mendigos interromperam a Liturgia da Palavra. Eles entraram na igreja para pedir ajuda para usar um presente que lhes foi dado que mataria sua a fome para sempre. Um deles retirou da sacola uma bíblia. O ato foi seguido de aplausos.

Eles contaram interpretaram os personagens durante no centro da cidade. A experiência lhes mostrou que é preciso exercitar a solidariedade, afirmaram.

– Ler a Bíblia é bom, mas ajudar os outros é muito bom. Esforcem-se para ajudar os outros – argumentou um dos atores.

A agenda do dia terminou em Major Vieira, onde aconteceu uma banda local animou um momento de oração seguido de bênção do bispo diocesano na praça em frente à Igreja Matriz. Com velas, os fiéis caminharam até o hospital da cidade e retornaram para uma missa e vigílias até as 6h, quando os símbolos partiriam para Canoinhas, na divisa com o Paraná.

A Cruz Peregrina tem 3,8 metros. Após a Semana Santa de 1.983, o Papa João Paulo II deu-a aos jovens do Centro Juvenil Internacional São Lourenço, em Roma. Desde então, tem sido levada para as Jornadas Mundiais, em várias partes do mundo. Desde 2003, por iniciativa do Papa João Paulo II, ela está sendo acompanhada pelo ícone de Maria (Quadro de Nossa Senhora). Em Santa Catarina foi adicionado o quadro da Beata Albertina, que foi assassinada aos doze anos depois de uma tentativa de estupro pelo empregado de seu pai. Depois de caçador, os símbolos seguem para Joaçaba e Caçador.

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