Dom José Negri pede que jovens aceitem o chamado de Jesus

Os símbolos da Jornada Mundial da Juventude chegaram a Igreja Matriz Santa Cruz, no sul de Blumenau, por volta das 22h. Os paroquianos fizeram a recepção no pátio da Igreja. A missa foi presidida pelo bispo Dom José Negri, que visitou todas as comunidades junto com a Cruz Peregrina. Como aconteceu durante todo o dia […]

Os símbolos da Jornada Mundial da Juventude chegaram a Igreja Matriz Santa Cruz, no sul de Blumenau, por volta das 22h. Os paroquianos fizeram a recepção no pátio da Igreja. A missa foi presidida pelo bispo Dom José Negri, que visitou todas as comunidades junto com a Cruz Peregrina. Como aconteceu durante todo o dia em outras celebrações na cidade, a igreja estava lotada.

Na homilia, o bispo disse que não prepara antecipadamente uma homilia única para todas as missas, mas sente os sinais da comunidade. Neste caso, ele lembrou que às vezes falta quem olhe nos olhos do jovem, e ainda mais, o ame como é, tal como Jesus fazia.

Dom Negri também analisou que a cultura atual indica que a vida feliz é a vida egoísta e individualista. O que é exatamente o contrário da “proposta revolucionária de Jesus Cristo”.

— Jovem, se Jesus está te chamando, ponha a mão nessa Cruz e diga: Senhor se quer que eu te siga, eis-me aqui — recomendou.

Durante as preces, o bispo pediu que os seminaristas e os aspirantes subissem para o altar. Em sua prece, Dom Negri pediu que eles permanecessem fiéis a sua vocação. Além disso, ele pede uma salva de palmas aos garotos.

Convidado a falar sobre a Peregrinação da Cruz da Jornada Mundial da Juventude ao redor do país, o padre Carlos Sávio, assessor da Comissão Episcopal da Juventude da CNBB, pediu que todos imaginassem a cruz passando no rio Amazonas, em aldeias de índios, prisões e hospitais, como foi o caso de hoje em Blumenau, pela manhã quando a Cruz foi levada ao Hospital Santa Izabel. O padre lembrou uma ocasião em que o caminhão que transportava a cruz perto da fronteira, no norte, atolou e precisou ser empurrado pelos jovens.

Ele também explicou que antes da Jornada Mundial da Juventude, acontecerá a Semana Missionária, em que jovens de outros países visitarão as dioceses brasileiras. Nisso, aproveitou para fazer um elogio.

—Quando os jovens estrangeiros chegarem a essa paróquia, com esse entusiasmo todo, eles não vão mais querer ir embora — brincou.

Depois da missa, a Cruz e os Ícones de Nossa Senhora e da Beata Albertina foram levados para o salão ao lado, para as vigílias que previstas para durarem durante toda a madrugada.

Lucinda Fidelis, 29, que com o marido foram o “casal acompanhante do grupo”, comparou a passagem dos símbolos ao fermento de pão, que fez a Igreja crescer.

—Foi uma corrente se formando de jovens convidando os vizinhos — disse.

Luana Dalpiaz, 21, coordenadora espiritual do grupo de jovens da paróquia, que possui cerca de 70 jovens, tem esperança que esta visita ajude nos planos do seu grupo.

— Nos próximos anos, queremos criar novos grupos na nas comunidades vizinhas — contou.

A operadora de máquina, Lindamir Aparecida Varella, levou a pequena Isabele, de um ano, para tocar na Cruz, junto com Mateus, de nove.

— Levar meus filhos até lá é uma forma de ensiná-los sobre a importância da fé — explicou.

Às 08h30 os símbolos devem ser enviados para a Diocese de Rio do Sul, desde que entraram em Santa Catarina, no dia primeiro de janeiro, eles já percorreram as dioceses de Lages, Criciúma, Tubarão, Florianópolis e Joinville. Em julho eles se juntam aos peregrinos da Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro.

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