Blumenau despede-se dos símblos da JMJ com missa alegre

A celebração aconteceu na Catedral Diocesana depois de uma rápida caminhada pela rua principal da cidade

No sábado, 19 de janeiro, às 10 horas da manhã, a Diocese de Blumenau fez o envio dos Símbolos da Jornada Mundial da Juventude para Rio do Sul. A celebração aconteceu na Catedral Diocesana depois de uma rápida caminhada pela rua principal da cidade.

Quando os Ícones de Nossa Senhora e da Beata Albertina foram instalados diante do altar, junto com a Cruz Peregrina, os fiéis que lotavam o templo comemoraram com aplausos, gritos e assovios. Dom José Negri, o bispo diocesano, destacou o gesto ao afirmar que “hoje a festa é de vocês, jovens”. Mais aplausos.

— Estamos  felizes por enviar a cruz, porque o nosso ela é “Ide”. Se quiséssemos ficar com a cruz seria um grande prejuízo para as outras dioceses — disse o bispo.

Depois da Celebração eucarística, padre Carlos Sávio, assessor da Comissão Episcopal para a Juventude, foi convidado falar sobre a experiência que teve com a peregrinação na diocese. Ele informou está de férias, mas, mesmo assim, decidiu vir.

— Hoje de manhã liguei para Dom Eduardo [Pinheiro da Silva presidente da mesma comissão] para dizer que eu não poderia ter passado férias melhores que nestes dias que passei em Blumenau — contou.

Para ele, a diocese “viveu com toda eficácia o que se espera da peregrinação” porque o bispo é “comprometido com a evangelização da juventude”, assim como os padres, os seminaristas se envolveram e “vi também jovens que encantam e são encantadores”. Mais aplausos.

Depois das homenagens ao pessoal que ficou responsável e que deu apoio a peregrinação dos Símbolos, padre Roberto Carlos Cattoni, responsável pelo Setor Juventude da diocese de Blumenau leu os termos de transferência de responsabilidade para a diocese de Rio do Sul. Dom Agostinho Petry, rodeado pelos jovens que o acompanharam, que as duas dioceses são irmãs, mas não há como concorrer com Blumenau. O bispo disse encontraram um ”jeito de compensar um pouco isso”, ele se referia a “humilde imagem de São João Batista, padroeiro da diocese de Rio do Sul” que foi levada até o altar “receber” os símbolos.

— Jesus e São João Batista se darão muito bem na diocese de Rio do Sul — previu Dom Agostinho.

Ao meio dia, os símbolos foram levados para fora da Catedral. No translado fiéis ainda tentaram tocar na Cruz, cuja passagem não deverá se repetir. A delegação de rio do sul, e alguns jovens de Blumenau, partiram para a cidade de Rodeio.

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