Tubarão despede-se de símbolos da JMJ em celebração na paróquia de Imbituba

Dom Salm ressaltou as lições e desafios deixados pela passagem dos símbolos pela diocese

Símbolos deixaram Tubarão para iniciar peregrinação na Arquidiocese de Florianópolis. Dom Wilson ajudou a levar a cruz (Foto: Marcelo Luiz Zapelini/CNBB Sul 4)

Os símbolos da Jornada Mundial da Juventude deixaram a Diocese de Tubarão na manhã do dia 10 de janeiro com a missa celebrada pelo bispo diocesano Dom João Francisco Salm em Imbituba, última paróquia da peregrinação de três dias. A Cruz Peregrina e os ícones de Nossa Senhora e da Beata Albertina foram entregues para os representação da Arquidiocese de Florianópolis, chefiada por Dom Wilson Tadeu Jönck, arcebispo metropolitano. Os símbolos foram recebidos no acesso sul da cidade e percorreram as principais ruas do centro escoltados pela Polícia Militar até a Igreja Matriz.

Na celebração, Dom Salm lembrou que a cruz anuncia o mundo novo desde que Jesus Cristo ressuscitou da crucificação.

— A cruz recorda continuamente tudo o que Deus fez por nós — afirmou.

Ele também lembrou a história da Cruz Peregrina. Ela percorre mundo desde 1984 anunciando a Jornada Mundial da Juventude nos países que a sediam. A iniciativa foi do então Papa João Paulo II que instituiu o Ano da Juventude na Igreja acompanhando a iniciativa da ONU na época. Este ano, a JMJ acontece no Brasil e por isso a Cruz e o ícone percorrem as dioceses brasileiras.

Acrescentou o dever cristão de anunciar a mensagem da Cruz, que é reforçada pela passagem deste símbolo no Brasil, porque “mesmo sem saber, a humanidade que anunciemos a ressurreição de Jesus”.

O discurso coincide com o que afirmou na noite anterior em uma missa na praia do Mar Grosso, em Laguna, que reuniu mais de 2500 pessoas, com a presença dos mesmos símbolos. Na ocasião, ele disse que levar a cruz pelo mundo é inclui anunciar que o “nosso tempo aqui é passageiro” para “aprender a amar” e não ter “medo de denunciar o que não está de acordo com o projeto de Deus”.

— É preciso a ser solidário. Abrir mão das coisas que temos. Dividir com os outros o que somos. Fazer a partilha, preocupados em fazer um mundo mais justo mais fraterno — recomendou.

A passagem dos símbolos pela diocese foi positiva, segundo Ir. Elisangela Sales de Alencar declarou à Agência Sul 4 de Notícias.

— Tudo correu bem. Várias pessoas participaram. Pessoas nas ruas que não sabiam o que estava acontecendo, ao ver o caminhão se dirigiam à igreja, se benziam, tiravam o chapéu.  Foi muito emocionante — avaliou.

Ao meio dia, o caminhão partiu para Angelina, na Região Metropolitana de Florianópolis, onde seriam recepcionados pelas paróquias que fazem parte da Comarca de Santo Amaro da Imperatriz no Bote Fé comarcal.

A peregrinação em Santa Catarina começou por Lages dia primeiro de janeiro e em seguida seguiu para Criciúma. O roteiro catarinense incluirá as demais dioceses até chegar a Chapecó, quando os símbolos serão entregues à diocese de União da Vitória, no Paraná.

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