Diálogo resolve polêmica provocada por cartaz da parada gay em Maringá

Movimento gay sugeriu criação de pastoral da divervidade a dom Anuar

Arte foi inspirada álbum “The Dark Side of the Moon”, da banda britânica Pink Floyd.

Uma reunião, hoje de manhã, entre o representante Maringay,  Luiz Modesto e o arcebispo de Maringá, dom Anuar Battisti resolveu a polêmica em torno do convite de divulgação da um convite a “Parada Gay” na cidade. A ilustração, que provocou discussões na internet, mostra um arco-íris atravessando a Catedral da cidade.

Mais cedo, a arquidiocese pediu a retirada da peça veiculada na internet, mas as partes concordaram que isso já não é mais possível. O líder do movimento que reúne Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, assegurou que não se tratava do cartaz oficial.

— Peço desculpas se alguém se ofendeu com a imagem, não era essa a nossa intenção. Desejávamos apenas abrir um canal de diálogo com a Igreja, e o propósito foi alcançado —, declarou Modesto.

O representante do Maringay apontou números sobre a violência de que seriam vítimas os homossexuais e sugeriu a criação de uma pastoral da diversidade em Maringá, o que ainda não existe no país.

— Acolho a proposta no coração e a respeito. Vamos encaminhá-la na medida do possível, mas não há indicativo momentâneo de sua criação — respondeu dom Aunar.

No dia 16, uma nota assinada pelo arcebispo pede que o cartaz seja retirado dos meios de comunicação, depois de afirmar que “Igreja Católica não tem a pretensão de domesticar a sociedade, impondo-lhe seus princípios e valores” e que “respeita, ainda que nem sempre concorde com todos os modelos de comportamento”.

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