Jornalista defende que católicos sejam igreja mas mídias sociais

É preciso o risco de ficarem no "ciclo de mensagens bonitinhas e frases de efeito"

No artigo “Rede social é Igreja?”, divulgado hoje pelo site da Arquidiocese de Florianópolis, a jornalista Fabíola Goulart, analisa a importância das redes sociais para os católicos, milhares que “espalham desde frases bíblicas e vídeos com mensagens a convites para eventos”.

Para ela, essa “corrente de informação” em sites como Orkut, Twitter e Facebook, é um trabalho “formiguinha”. “Uma mensagem dita pelo Papa Bento XVI, em meia hora, já foi lida e compartilhada por milhões em todo o mundo. É a cultura digital promovendo o conhecimento e a fé católica ao redor do mundo”, cita.

A jornalista destaca que existem riscos quando, por exemplo, católicos meramente reproduzem mensagens superficiais “presos a um ciclo  de mensagens bonitinhas e frases de efeito normalmente tiradas de seu contexto”.

No entanto, ela considera que “também existem bênçãos”, “quando somos católicos e encontramos pessoas que expressam a mesma fé que nós, queremos nos relacionar imediatamente”. Neste caso, os católicos são Igreja, “enquanto muitos procuram definir ou exaltar a sua própria identidade, nós buscamos nos transfigurar no Amado da nossa vida.”

Em resposta aos que criticam as postagens católicas, ela defende que os católicos sejam “discípulos missionários”  de “coragem” e “parrésia” para realizar “a messe do Senhor” na condição de “operários” chamados por Ele.

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