Dom Guilherme Antônio Werlang: “A construção da VI Semana Social Brasileira deve começar pelos Regionais da CNBB”

Durante a abertura da reunião do Fórum das Pastorais Sociais do Regional Sul 4 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na noite de ontem (09), o bispo de Lages (SC) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora da CNBB, dom Guilherme Antônio Werlang ressaltou a importância da participação dos Regionais da Conferência dos Bispos para a construção da VI Semana Social Brasileira. Com a intenção de uma possível realização em 2020, um princípio de articulação do evento foi apresentado ao episcopado brasileiro durante a 56ª Assembleia Geral da CNBB em abril deste ano.

Segundo dom Guilherme, a Comissão Episcopal decidiu que a construção da próxima edição do evento deve começar a ser pensada a partir de sugestões vindas dos Regionais. “A construção da VI Semana Social Brasileira deve começar pelos Regionais da CNBB. A Comissão deseja ouvir sugestões e apontamentos vindos de todo o país para só depois começar a pensar na temática e metodologia deste grande momento para a Igreja e Sociedade no Brasil”, relatou.

Dom Guilherme sugeriu que a construção da Semana Social Brasileira, no Regional Sul 4 da CNBB, deve começar durante esta reunião do Fórum das Pastorais Sociais. O bispo ressaltou ainda que o quanto antes a reflexão sobre a realização do evento começar, maior será a garantia do real alcance do seu objetivo.

24º Grito dos Excluídos

O bispo de Lages ressaltou ainda a importância da mobilização das Pastorais Sociais para a 24ª edição do Grito dos Excluídos que neste ano terá como tema ‘Vida em primeiro lugar – Desigualdade gera violência: Chega de privilégios’. Dom Guilherme afirmou aos participantes do Fórum das Pastorais Sociais do Regional Sul 4 da CNBB que “o Grito do Excluídos é um espaço para que, como Igreja, possamos assumir o compromisso de dar voz ao povo”.

“Estamos vivendo um momento necessário de reavaliação do Grito dos Excluídos. Por muitas vezes é natural que as coisas se acomodem, por isso é necessário atualizar a linguagem e método do movimento para que as pessoas possam ouvir os gritos e ecoá-los”, declarou dom Guilherme. O bispo, animando os integrantes do Fórum, disse ainda que “não se pode ter medo de dar passos novos”.

Construção do Grito dos Excluídos

Entrega do presente a dom Guilherme. Foto: Franklin Machado/CNBB Sul 4

A construção da edição deste ano do Grito dos Excluídos nas dioceses de Santa Catarina, começa a ser dialogada durante está manhã (10) com o repasse do Encontro Nacional do Grito dos Excluídos realizado no mês de abril em São Paulo (SP). Representaram o Regional Sul 4 da CNBB a articuladora das Pastorais Sociais em Santa Catarina, Carla de Oliveira Guimarães, a assessora da Cáritas Brasileiras – Regional Santa Catarina, Joseanair Hermes, e o seminarista da diocese de Caçador, Kleber Oliveira.

Durante a abertura do Fórum Regional das Pastorais Sociais, os representantes entregaram a dom Guilherme uma camisa com o cartaz do Grito dos Excluídos com a assinatura de todos os participantes do Encontro Nacional, como forma de agradecimento pelo apoio do bispo e da Comissão Pastoral para a Ação Social Transformadora pelo apoio e protagonismo na construção do evento.

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